domingo, 15 de março de 2009

Sábado, 28 de Março, Hora do Planeta



O WWF - Worldwide Fund for Nature é uma das mais conhecidas organizações ambientalistas do planeta. Foi criada em 1961, por iniciativa de um grupo de cientistas da Suíça preocupados com a devastação da natureza.

O mais recente apelo, lançado pela WWF, consiste em apagar as luzes durante 60 minutos no dia 28 de Março, sábado, entre as 20h30 e as 21h30, pela Hora do Planeta.

Lisboa vai ser uma das 742 cidades do Mundo, de 75 países, a aderir ao apelo que começou há três anos na cidade australiana de Sidney e que no ano seguinte se alargou a 371 cidades de todo o Planeta. O Cristo-Rei, a Ponte 25 de Abril, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Castelo de São Jorge, os Paços do Concelho, o Museu da Electricidade, o Centro Cultural de Belém, etc., vão ficar apenas iluminados pela luz das estrelas. Mas o ideal é que todos participem, em qualquer parte do país, qualquer ponto do planeta.

Contamos contigo! Agenda o dia e a data: sábado, 28 de Março, entre as 20h30 e as 21h30.

Para obteres mais informações vai a:

http://www.wwf.pt/hora_do_planeta_2009/

Regista-te. Faz parte de mais de um bilião de pessoas em 1000 cidades de todo o Mundo. E recebe gratuitamente newsletters com informações úteis e dicas para o que fazer durante essa hora, em:

http://www.earthhour.org/signup/pt:pt?subscribed=1

Regista-te! «Dá um Sinal! Torna-te a voz de um apelo mundial através da difusão da mensagem da Hora do Planeta no teu e-mail, no teu blogue, na tua página do Facebook, MySpace, Hi5, etc. Deixa o mundo saber que te comprometeste com esta campanha e que eles devem seguir o teu exemplo!» Dá um sinal!

Cátia Vide

sexta-feira, 13 de março de 2009

Consumo Ecológico


Ooora bem… Consumo. É necessário para a sobrevivência. Agora, consumismo? É supérfluo, gera violência, crimes, furtos, corrupções e uma nova doença, que infelizmente é mais velha que eu, o consumo compulsivo. Não há necessidade.

Não sou o melhor exemplo a seguir, também gosto de comprar coisas «giras» e com piada. Bem, se calhar até sou obrigada a sê-lo, visto, na maioria dos casos, nunca ter dinheiro para esbanjar, logo só compro essas coisas «giras» e com piada eventualmente e, mesmo assim, muitas delas são mesmo essenciais! Mas, no verdadeiro sentido de ética, o importante é não ultrapassar o limite das nossas contas bancárias e assumir um perfil novo, que este sim já deveria ser mais velho que eu, a responsabilidade consumista respectivamente à ecologia. O excesso pode e deve ser ultrapassado. Digo, curado.

O grande facto, quase, diria, irónico, visto a nova desculpa actual para tudo ser a crise, é que um consumidor com valores morais e actualizado, com novas opções e métodos ecológicos de sobrevivência, poupa, sem sombra de dúvida, bastante.

Se não acreditam, podem dar uma espreitadela (o vídeo começa aos 2 minutos)! ;)

http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=23582&e_id=&c_id=8&dif=tv

Cátia Vide

Consumo

Com sumo ou sem sumo, para mim tanto faz, desde que não cobrem o IVA. No capitalismo o maior dos direitos do consumidor é… consumir, temos o direito de consumir tudo o que quisermos, seja o que está nas montras, na prateleira do supermercado e, o melhor de todos, nas televendas. Por isso é que os meus programas preferidos são as televendas e os compromissos comerciais.
Os direitos do consumidor? Então e os deveres? Devemos acima de tudo defender os nossos próprios interesses. Que bom dever! Realmente estes consumidores são estupidamente egoístas ou, usando um eufemismo, individualistas!
Essa eh também uma grande arma neste mundo do consumo: saber usar eufemismos. Uma casa velha a cair, não é velha, é rústica. Daí outro dever do consumidor ser: efectuar uma selecção criteriosa dos produtos a adquirir.
Por isso é que o consumismo me consome tanto a paciência! Por favor não me obriguem a falar mais sobre isto! Vou às compras!

BY: Lúcio Neves

Para Consumidores

quinta-feira, 12 de março de 2009

viva ao calor! ;D

Eu Gosto É do Verão
A Fúria do Açúcar

Na Primavera o amor anda no ar.
Na Primavera os bichos andam no ar.
Na Primavera o pólen anda no ar
E eu não consigo parar de espilrar.
No Verão os dias ficam maiores.
No Verão as roupas ficam menores.
No Verão o calor bate recordes
E os corpos libertam seus suores.
Eu gosto é do Verão
De passearmos de prancha na mão.
Saltarmos e rirmos na praia
De nadar e apanhar um escaldão.
E ao fim do dia, bem abraçados
A ver o pôr-do-Sol
Patrocinado por uma bebida qualquer.
No Outono a escola ameaça abrir.
No Outono passo a noite a tossir.
No Outono há folhas sempre a cair
E a chuva faz os prédios ruir.
No Inverno o Natal é baril.
No Inverno ando engripado e febril.
No Inverno é Verão no Brasil
E na Suécia suicidam-se aos mil
E ao fim do dia, bem abraçados
A ver o pôr-do-Sol
Patrocinado por uma bebida qualquer.
Patrocinado por uma bebida qualquer.
Qualquer.

vamos córtire?! bamooooooooooooós ;D

biba la bida loca :)

paz e amor,

Ana Mendes (cócó)

Cristiana Gonçalves (ranheta)

Joana Silva (facada)





quarta-feira, 11 de março de 2009

ALMA DE MENINA




Hoje vou ser só uma menina...
Vou correr os verdes campos...
Vou andar descalça...
Vou soltar meus cabelos ao vento...

Vou colher muitas flores de todas as cores...
Vou admirar o canto dos sabiás...
Vou correr na chuva...
Tomar banho de cachoeira...

Vem comigo nesta....
Alma de menina...
Vamos juntos cantar...
Uma linda canção...
Mesmo sem rima...
Ela será de coração...

Minha alma de menina...
Tão pequena...
Tão mulher...
Estarei a desvendar...
Vem comigo...
Brincadeira de menina...
Não tem hora de acabar...


By:Paula Rocha nº26035

quinta-feira, 5 de março de 2009

'PedaçosDeGente'



Pedaços... Todos somos feitos de pedaços.
Pedaços de recordações e memórias, pedaços de mágoas e angústias, pedaços de nós mesmos... e pedaços de outrém.

Pedaços de alma vão caindo durante toda esta caminha, longa e imersa em languidez. Caindo como flocos brancos, suavemente desvanecendo-se e derretendo nos paralelos cinzentos, tão silenciosos que nem os cães os ouvem...

Mas ao chegar ao fim, ao olhar-mos para trâs, já não veremos os paralelos cinzentos, mas sim uma espesso manto pálido de saudade, nostálgia. A melancolia é sentida, pois apodera-se de tu'alma, queres correr de volta, mas não há forma de ultrapassares novamente para o outro lado da ponte.

O arrependimento... Cais de joelhos no fundo do nada... Abraças-te a ti mesma(o) na esperança de conseguir aguentar a distância...

Tarde demais... é sempre tarde de mais quando não se faz o que se quer quando o instinto, ou chamada por nós a inconsciência, quer... Mas são as únicas verdades...

Demasiado tarde... O teu grito mistura-se com um grito estridente que quase desfaz as veias das frontes... Mas já não podes... É tarde demais, e tu?...

Tu és só pedaços. . .